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Serra do Corvo Branco

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domingo, 17 de julho de 2011

Bikes de Carbono, sim ou não?


Ola Galera
Este site, ou esta materia deste site, foi me enviado pelo Fabio Hass, nosso grande colaborador em assuntos tecnicos. Eu tirei algumas conclusões, tire as suas principalmente se voce tem algum interesse em possuir uma bike com esta tecnologia.
Clique aqui.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

PNEUS-PNEUS-PNEUS-PNEUS E PNEUS

OLA GALERA
Segue uma excelente reportagem sobre pneus, enviada pelo Fabio Hass. Valeu Fabio.

COMO NASCE UM PNEU?

Muitas pessoas devem imaginar que o nascimento de um novo pneu é um processo longo e demorado. E é. Mas o que muitos não sabem , é como surge a idéia para um novo desenho. De onde ela surge, quando e como uma boa idéia pode virar um novo conceito.

Você vai conhecer, como a Geax, um segmento Vittoria na Itália para pneus de MTB, faz para transformar uma simples idéia esboçada num pedaço de papel, em um novo pneu que passará a rodar pelo mundo afora entre passeios e competições.

1-A idéia para um novo pneu, pode surgir de várias formas diferentes: ás vezes, durante uma prova de MTB, conversando com atletas ou vendedores, pedalando ou simplesmente, tomando uma cerveja com bikers entusiastas. E quando ela surge, imediatamente é posta em um pedaço de papel antes que se perca.

2-Utilizando um software 3D, é construído um protótipo virtual para simulação do desenho do novo pneu. O programa permite dimensionar o desenho do novo protótipo até que se chegue nas proporções ideais.

3-O próximo passo é o preparo do molde em polímero para que se possa ’sentir’ os cravos e a partir daí, promover as alterações necessárias.

4-Depois de decidido o design do novo pneu (formato e espaçamento dos cravos), parte-se para o desenho tecnico, necessário para a criação do molde oficial.

5-'O molde oficial é o protótipo do novo pneu. Após alguns meses de testes, chega-se ao composto ideal para aquele tipo de pneu. Só aí então, é que o pneu é oficialmente apresentado ao público.


Como você pôde ver, não é tão simples assim o surgimento de um novo pneu. (Ou é).
Mas mesmo que a idéia surja de uma conversa entre amigos, ela precisa seguir várias etapas antes de ser efetivamente apresentada ao público final (bikers), pois depois de definido o desenho, há a necessidade de encontrar o melhor composto que atenderá às necessidades específicas para o qual o pneu foi projetado..

A tarefa de testar cada protótipo cabe à ciclistas profissionais, que durante alguns meses, utilizam o novo modelo em competições e são monitorados por engenheiros e tecnicos responsáveis pelo novo projeto. Durante os testes, o pneu é aprovado ou rejeitado. Na segunda hipótese, o pneu volta para a fábrica e as mudanças são aplicadas até que se alcance o pneu ideal.

Conheça agora, alguns dos novos modelos GEAX que já passaram por esses rigorosos testes e já estão disponíveis nas melhores lojas do Brasil:



ARROJO:
O pneu arrojo foi desenvolvido para o melhor mix possível entre tração e baixa resistência de rolagem, devido aos seus cravos pequenos e fechados no centro e cravos grandes e espaçados nas laterais para melhor aderência.



BARRO MOUNTAIN
O pneu Barro Mountain é um pneu polivalente, ou seja, ele oferece um bom desempenho em todas as condições. Possui cravos não muito espaçados para melhor aderência e boa rolagem, os cravos laterais garantem maior eficiência nas curvas, Aramid 3D, perfeito para XC e confiável para enduro.


BARRO MUD
Pneu extremo para condições extremas. Desenhado para facilitar a auto-limpeza e boa tração em terrenos com lama.


COUNTRY RIDER
Cravos agressivos para melhor tração sob qualquer condição. Excelente em terreno com pedras soltas.


EASY RIDER
Poucos e pequenos cravos no centro do pneu para menor tração e cravos maiores nas laterais para segurança nas curvas.


MEZCAL
Excelente tração nas curvas e rápida rolagem. Este pneu oferece tudo o que se espera de um pneu semi-slick, porém, com a diferença de ter um excelente desempenho mesmo em terrenos difíceis e ladeiras íngremes. O novo desenho permite maior aderência nas curvas, graças aos cravos laterais paralelos. Ele consegue ser bom tanto em na velocidade, quanto na tração. Seus cravos centrais, em formato "diamante" , além de promover um visual bonito, faz com que o pneu seja mais resistente à furos.


SAGUARO
Pneu polivalente e excelente resistência na banda de rolagem, graças aos cravos centrais ininterruptos que permitem maior velocidade em solo compacto. Sua indicação de uso está entre o MEZCAL (seco, compacto) e BARRO MOUNTAIN (molhado, solto). Boa aderência nas curvas.


STURDY
Grandes cravos não muito espaçados no centro e cravos reforçados nas laterais fazem do pneu Sturdy uma excelente escolha para um difícil cross country ou freeride.

domingo, 12 de setembro de 2010

Bike Fit


Ola Galera

Quer fazer uma bike fit na medida??

Clique na foto,dica Rudi

quarta-feira, 14 de abril de 2010

REGULAGEM CAMBIO TRASEIRO

CAMBIO TRASEIRO
CAMBIO DIANTEIRO

CAMBIO TRASEIRO

Hoje em dia o câmbio tornou-se num dos mais importantes componentes numa bicicleta. Para tirar todo o proveito e divertimento da sua pedalada, o câmbio deve estar perfeitamente regulado e para isso é necessário que saiba como lidar com os desviadores. Difícil?! Menos do que parece...


As bicicletas têm normalmente dois desviadores, um para mover a corrente entre as três coroas dianteiras, que é usualmente fixo na parte inferior do tubo de selim, e outro que efetua as passagens da corrente entre as catracas traseiras e que ao mesmo tempo estica a corrente, o chamado desviador que é fixo na ponteira do quadro, junto ao eixo da roda traseira.


Ter o câmbio bem ajustado não passa só por regular os afinadores que dão tensão aos cabos, passa também pela correta afinação dos próprios desviadores, já que ambos dispõem de parafusos de regulagem.


O câmbio dianteiro tem dois parafusos que servem para regular o curso do desviador. Um deles regula o desviador para que não deixe a corrente cair fora da coroa menor e o outro parafuso impedirá que a corrente caia fora da coroa maior.


No desviador traseiro vamos encontrar o mesmo mecanismo que vai servir para que a corrente não caia para o espaço entre a última catraca ou entre a primeira catraca e o quadro, e ainda um terceiro parafuso que serve para afastar a roldana superior do desviador da catraca grande traseira quando a marcha mais leve é utilizada, pois em alguns cassetes a catraca maior tem mais dentes que outros.


Para começar a afinação do câmbio devemos colocar a bicicleta num suporte de modo que possamos girar o pedal sem que a mesma bata no suporte.

Dica: Para quem não tem o suporte específico para isso, poderá improvisar pendurando a traseira da bike em uma madeira (cabo de vassoura, por exemplo) apoiada em duas cadeiras.

Os desviadores vêm de fábrica com uma pré-afinação que dá para girar o cabo de mudanças. A primeira coisa que vamos fazer é pôr as marchas para funcionar corretamente.
Vamos começar pelo câmbio traseiro:


Para ajustar o ponto morto inferior do desviador - o lugar em que o desviador vai parar no sentido descendente - colocamos a corrente na catraca menor e apertamos o parafuso que regula o batente inferior até que a roldana do desviador fique alinhada com a catraca menor.


Para ver se a regulagem está correta, girando-se os pedais, sobe-se uma marcha e torna-se a descê-la. A marcha tem de entrar sem esforço na catraca menor. Se não entrar temos que desapertar o parafuso que apertamos previamente e repetir esta ação até que a última marcha entre sem esforço. Com o ponto morto inferior afinado passamos para o ponto morto superior.


Vamos colocar a corrente na catraca maior. A roldana do desviador deve estar em linha com a catraca maior. Se ela não chegar na última catraca tem-se que desapertar o segundo parafuso. Com a corrente na última catraca temos agora que pressionar o shifter que sobe as marchas para ver se a corrente passa para lá da última catraca. É necessário afinar o parafuso até que a marcha entre sem esforço e não saia para fora da cassete.


Para regular o câmbio dianteiro siga os mesmos princípios da regulagem do câmbio traseiro, nunca esquecendo que a corrente não tocar na caixa do desviador.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O MEU TRANSCALOI E MINHA OFICINA







ALGUNS NUNCA OUVIRAM FALAR , OUTROS DÃO RISADA POIS É ALGO BEM ANTIGO, MAS PARA MIM ELE SERVE E COMO, É UMA MÃO NA RODA COMO SUPORTE PARA FAZER ALGUMAS MANUTENÇÕES NA MINHA BIKE.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

TROCA DE PNEU, O BASICO






TROCA RÁPIDA DE PNEU Os macetes para substituir a câmara em tempo recorde
Texto: Marcos Adami - Fotos: Tico Uityama
O tempo é precioso em corridas de bicicleta. Disso todo mundo sabe. O que pouca gente sabe é como trocar um pneu - o mais rápido possível – e ainda continuar numa prova.
Diferentemente das provas de ciclismo, em que as equipes são responsáveis pela substituição da roda da bike, no mountain bike o próprio piloto deve fazer a substituição da câmara furada.
O piloto ituano Marcio Ravelli, 10 vezes campeão brasileiro de mountain bike é bastante experiente e rápido em trocas de câmara e é capaz de substituir uma câmara em meros 50 segundos.
No ciclismo, uma roda dianteira é trocada em 10 segundos, contando a desaceleração e a posterior aceleração.
Ravelli conta que em uma etapa da Copa do Mundo em Portugal, em 1996, estava entre os 30 quando teve um furo.
“Troquei e montei a câmara e voltei para a prova e terminei em 32º”, relembra. “Em 1993, no Iron Biker, estava na liderança, com bastante vantagem, quando tive um pneu furado. Fiz a troca rapidinho e ainda voltei como líder da prova”.
PASSO A PASSO
Leve uma câmara já semi-inflada e dobrada no bolso traseiro da camisa de ciclismo.
No caso de furo, pare imediatamente num local limpo e seguro.
Se o pneu furado for o traseiro, baixe as marchas para a menor catraca para facilitar a retirada da roda.
Abra a blocagem, solte o cabo do V-Brake e retire rapidamente a roda.
Com a ajuda da espátula, retire um lado do pneu, retire a câmara furada e guarde-a no bolso.
Encaixe o bico da câmara nova no local correto e a seguir instale a câmara semi-inflada dentro do pneu.
Com as mãos encaixe as bordas do pneu no aro..
Evite usar as espátulas.
Após o pneu estar todo encaixado no aro, engate a bomba de CO2 e acione o gatilho.
Com o pneu inflado, instale a roda na bike e encaixe o cabo do V-Brake.
Por fim verifique se a roda está girando livremente, guarde as ferramentas e pronto.