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sexta-feira, 3 de junho de 2011

PEDALAR EMAGRECE


OLA GALERA
Veja reportagem na Globo sobre pedal.
Clique na foto para ver.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

BICICLETA OU ERGOMETRICA

OLA GALERA
PARA DIAS FRIOS OU CHUVOSOS.
MATERIA ENVIADA PELO FABIO HASS
Compare a bicicleta comum e a ergométrica
Em oito tópicos, analise os dois modelos e comece já a pedalar
Por Vitor Valencio

Com medo de cair e passar vergonha, muita gente restringe as pedaladas a uma bike ergométrica. Mas as diferenças entre uma magrela tradicional e um aparelho de academia não terminam no vento batendo no rosto. Do preparo físico exigido aos resultados obtidos (quando a intenção é perder peso ou ganhar músculos nas pernas), há muita diferença. "Os dois exercícios são ótimos, mas oferecem benefícios diferentes. Tomar nota disso evita o abandono do treino e a desmotivação", afirma a personal trainer Valéria Alvim.

1. Mobilidade

Neste quesito o modelo tradicional é muito mais atrativo. Você consegue combinar exercício físico e transporte, aumentando o ritmo das pedaladas mais rapidamente. "Comprei a bicicleta pensando na prática esportiva, mas atualmente uso também para ir a lugares próximos, como padaria, mercado ou visitar meus amigos", afirma Eric Rinardo, 28, ciclista há mais de 10 anos.


2. Tombos e trombadas

O medo dos tombos afasta muitos adultos que não venceram as lições de equilíbrio na infância. Se você pertence a esta turma, encontra uma alternativa na ergométrica. "Para muitos alunos, a ergométrica representa uma espécie de superação, já que não há dificuldades quanto ao equilíbrio", afirma o fisiologista Paulo Correia, da Unifesp. "A base das ergométricas é grande e resistente. Os modelos são projetados para suportar grande peso e esforço, é preciso muita força para derrubar uma".

3. Lesões

O risco de lesões está presente nos dois aparelhos. Em ambos, um bom alongamento antes do treino pode prevenir o problema. E, no caso da ergométrica, o controle criterioso do peso é fundamental: nunca pedale sem carga, evitando lesionar os joelhos ou agravar lesões já existentes nas articulações do tornozelo e da coluna. E, para escolher a carga ideal, peça orientação de um educador físico. "O estímulo precisa ser desafiante para que o aluno fique entusiasmado sem risco de romper ligamentos", afirma Valéria. Pouca gente sabe, mas a bike de academia foi preparada para pessoas que não podem caminhar ou que apresentam restrições para isso. "Usamos o aparelho com pacientes que operaram os joelhos e não podem sofrer os impactos da caminhada, por exemplo. O banco mais largo proporciona maior conforto genital, principalmente para os homens e se mais alto, força menos as articulações", explica Paulo.


4. Rotina

A possibilidade de encontrar pessoas diferentes e de variar as paisagens funciona como estímulo para quem busca um exercício físico. Principalmente se você passa o dia inteiro fechado em um escritório, a bicicleta oferece um atrativo difícil de resistir. E, além de oferecer o sentimento de liberdade, o vento facilita a inspiração do ar. "O ciclismo é o esporte que tem o maior consumo de oxigênio. Um vento de aproximadamente 50 km/h no rosto economiza a musculatura respiratória em até 25% de seu gasto energético", explica Paulo Correia. As pedaladas outdoor também melhoram a síntese de vitamina D (relacionada à absorção de cálcio pelos ossos), reação favorecida sob os raios solares. Por outro lado, com uma ergométrica, você pode praticar seus exercícios sem sofrer com as mudanças do clima.

5. Novas amizades

Durante as pedaladas indoor, é comum fazer amigos. "Geralmente uso a bicicleta para me aquecer antes de fazer musculação. Enquanto isso, posso conversar e conhecer pessoas novas", afirma o ciclista Paulo Henrique Granjeiro, 24 anos. Mas os grupos de ciclismo também incentivam quem anda em busca de uma turma adepta dos exercícios: há dia e hora certa para as partidas e alguns roteiros incluem até passeios por cidades do interior, favorecendo os laços de amizade.


6. Conforto e dificuldades

Biomecanicamente é importante ressaltar que a resistência exercida pela bicicleta comum é resultado da combinação entre atrito, condições do terreno, influência do peso do equipamento e do praticante. "É preciso utilizar diversos grupos musculares ao mesmo tempo para acelerar ou pegar uma subida. Normalmente as pessoas ficam em pé sobre os pedais e fazem força nos braços e glúteos a fim de aumentar a força", afirma o fisiologista. Já, na ergométrica, a dificuldade é controlada na carga e de acordo com os seus objetivos - emagrecer ou ganhar músculos, por exemplo.

A bicicleta horizontal é uma opção indoor mais confortável do que a ergométrica comum. Seus pedais ficam à frente do corpo. Guidão e selim não existem - no lugar, há um banco com encosto ergonômico ladeado por alças para apoio das mãos. "Com as pernas mais distantes, o aparelho não agride a parte genital", explica Paulo Correia.



7. Dores após o treino

A ergométrica tende a ser confortável, mas é preciso prestar atenção na posição dos pedais. "Se estiverem muito abaixo do selim, causam a projeção da pessoa para frente, ocasionando dores nas costas. Além disso, a compressão genital pode ser maior e o ciclista não suporta permanecer cinco minutos sentados", argumenta o fisiologista.

8. Gasto de energia

A diferença entre o gasto de energia na bicicleta de rua e na ergométrica pode ser de quase 50%. Para uma pessoa de 70 quilos que pedalar durante 30 minutos em uma montain bike, o gasto calórico será de aproximadamente 310 calorias. Por outro lado, se esta mesma pessoa pedalar, na academia, durante o mesmo período gastará cerca de 180 calorias. As conclusões aparecem no estudo Promovendo o Uso da Bicicleta Para uma Vida mais Saudável, da Universidade do Estado de Santa Catarina e não deixam dúvidas: para emagrecer, pedalar ao ar livre é uma das melhores opções disponíveis atualmente.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

ESPESSURA DO SELIM IDEAL


OLA GALERA

PesquisaNDO sobre um assunto que nos diz particular respeito e que é de uma importância elevada. O tipo de selim e a sua afinação.
Dizem os especialistas que os selins com buraco no meio podem aliviar um pouco mas acabam por colocar mais pressão nas zonas de contacto uma vez que estas são em menor número.
Portanto o selim de gel com uma ligeira cavidade no meio será, talvez, a escolha ideal. Importa também referir que os selins de buraco no centro parecem não ter vingado uma vez que as bicicletas novas já poucas trazem esses mesmo selins.


A escolha de um bom selim é de uma importância extrema e muitas vezes nem ligamos a esse facto.
O corte de circulação sanguinea do períneo, localizado entre o ânus e os orgãos genitais, poderá resultar em várias patologias graves, entre as quais:
- Impotência;
- Dormência anal e genital;
- Alteração da sensação ejaculatória;
- Distúrbios urinais;
- Incontinência.

PORTANTO AS VEZES O BARATO, SAI CARO. RSRSRS

sábado, 27 de março de 2010

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

COMO HAVIAMOS PROMETIDO VAMOS COLOCAR UM PEDAÇO DA NOSSA ENTREVISTA COM O CAMPEÃO BRASILEIRO CONTRA O RELOGIO









  • Rodrigo do Nascimento – Inhé
    24 anos
    Natural de Passo Fundo
    Começou a pedalar com 18 anos, primeiramente na modalidade BMX Freestyle, depois MTB, depois Ciclismo.
    No Mountain Bike, competiu algumas provas regionais, ganhou algumas, mas provas sem muita expressão, não chegou a disputar provas nem do campeonato Gaucho, nem Brasileiro, também provas de Downhill.
    A primeira bike, “bike de supermercado, marca Tojo,” ganhou de uma tia, aos 10 anos de idade, na primeira vez já saiu andando , subiu encima e foi numa descida, quando teve que pedalar foi mais difícil, tinha que botar o pé no chão às vezes.
  • Quantas bike já teve?
    Tive mais de 10 bikes
  • Qual a bike atual?
    Bike atual Orbea Opal, muito utilizada no circuito profissional.
  • Em quantas equipes já correu?
    Correu pelas equipes de Concórdia, Chapecó, Equipe Gaucha Lit, Sales Pinarello B Horizonte, e atualmente Havaí Florianópolis.
  • Aonde Treina?
    Treinam atualmente nas estradas estaduais 282 e Brs, 101(federais).
  • Quantos quilômetros pedalou aproximadamente?
    Já pedalou mais de 68.000 km, ano passado 20, 000 km, mês de janeiro 2500 km, média de 100 km diários.
  • Quantos dias pedala por semana?
    Seis dias por semana.
  • Não é muito? Não deveria ter intervalos para descanso?
    Não, é até pouco no nível profissional teria que pedalar trinta mil por ano, alguns profissionais estão fazendo 40.000 por ano, na Europa. Nós fomos a Porto Alegre sábado, (desafio PF-POA) e segunda pedalei 120 km em 4 horas, muitas vezes não da vontade de treinar, acorda e não tem vontade, mas tem que ir.
  • Aonde tem treinado aqui em P. Fundo?
    Trevão = Carazinho, Tio Hugo , Passo Fundo. 113 km de trevo a trevo.
    Quando treino sozinho por aqui vou até a ultima entrada de Sertão , volto e vou até o Posto do Gordo, adiante de Mato Castelhano.
  • Usa monitor cardíaco?
    Não usava até o ano de 2008, no ano de 2009 o meu treinador começou a me passar como ele queria que eu treinasse, às vezes 70 %, 80%, depende da época do ano e as provas que vamos disputar. nota do blog (o calculo mais simples é 220- a idade o resultado é o limite Maximo de batimentos, 70 % que o Rodrigo se refere é andar com os batimentos a 70% do Maximo dele , que no caso é 220-24= 196 x 70 % 137 batimentos, o que é bem agradável , e a principio parece pouco, mas é uma base muito boa).

  • Tu não anda sempre no Maximo então?
    Não, no começo da temporada, mais perto do Brasileiro a gente anda a 100%, numa subida, por exemplo, eu tenho que reduzir a pedalada para não ultrapassar a orientação do técnico.
  • Vocês andam em equipe?
    Agora nos jogos abertos, ficamos todos num hotel e treinamos juntos , como eram provas especificas , tinha MTB, contra o relógio, eu ganhei la no contra o relógio, os jogos abertos em Santa Catarina, é um nível bem elevado, então fazia os treinos específicos, para o brasileiro não adianta treinar com a equipe.
  • Na equipe qual a tua função ou especialidade?
    Eu sou um passista e contra o relógio, sprinter e escalada não é meu forte.
    O passista é o cara que puxa o grupo, levando na roda o sprintista, que nos metros finais, mais descansado da à arrancada para a vitoria.
    Na prova contra o relógio, não tem sorte, nem ser puxado, é você o tempo todo dando o seu maximo, uma prova mais pura de força e velocidade.
    Mas isto é um dom de cada um , mas dizem os italianos que a prova contra o relógio é a prova verdadeira.
  • Qual a cadencia que tu pedala?
    Eu não uso o ciclo computador com controle de cadencia (numero de pedaladas por minuto), mas no crono (contra o relógio) eu tenho uma cadencia bem elevada, chegando a 100 RPM , na estrada 80 a 90 . Sinto-me melhor girando , fazendo força não vai, não tenho muita potencia.

    LOGO,LOGO ESTAREMOS DISPONIBILIZANDO MAIS DA ENTREVISTA COM O CAMPEÃO INHÉ. AGUARDEM

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

TOME CUIDADO COM ESTES CALORÕES, HIDRATE-SE



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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

ALONGAMENTO ANTES E DEPOIS DO PEDAL

Ola Pessoal
Já que a chuva não permitiu o nosso Pedal na Noite de quarta , dei uma garimpada em alguns artigos , repasso para voces uma série de alongamentos para fazermos , melhorando assim nosso desempenho e saudo na pratica de nosso esporte.
Antes do pedal, é importante uma preparação para que o corpo comece a se exercitar. A transição do repouso para o exercício é feita pelos alongamentos que, feitos de uma forma regular, previnem lesões tais como distensões musculares, facilita a movimentação porque a musculatura trabalha com uma amplitude maior, desenvolve a coordenação motora e a consciência corporal, aumenta as amplitudes e melhora a postura.Os alongamentos podem ser feitos a qualquer hora do dia, no banho, esperando um elevador, etc. As 5 posições básicas que se seguem são um resumo de uma série especial para ciclistas. Para uma sessão completa, consulte o livro "Alongue-se" de Bob Anderson. Para alongarmos corretamente, devemos tomar a posição desejada e ir buscando gradual e lentamente o aumento da amplitude, fazendo um jogo entre tensão e relaxamento. Pequena tensão seguida de uma acomodação na amplitude com relaxamento. A sensação de tensão deverá ceder conforme mantemos cada postura. Procure sempre um grau de tensão confortável e não queira conquistar sua possível amplitude máxima num só dia. Não devemos estipular tempo para cada exercício. Aos poucos você encontrará seu próprio ritmo e sentirá o ponto ótimo do tempo-benefício. No mínimo, um exercício dura 30 segundos. Não segure a respiração enquanto se alonga. Ela deve ser lenta e controlada. Se uma determinada posição inibir o padrão natural de respiração, então é óbvio que não se está relaxando. O retorno do movimento também deve ser feito com calma.
Bike-alongamentos

1) Virilhas: Una as solas dos pés e segure-se pelos dedos. Busque cada vez mais a abertura das virilhas e a projeção das costas retas à frente, acertando-a desde a região lombar até a cabeça.

2) Coluna: Sente-se com a perna direita esticada. Flexione a perna esquerda colocando o pé ao lado do joelho direito. Dobre o cotovelo direito e coloque-o ao lado de fora da coxa flexionada. A mão direita deve ser estendida atrás do corpo, na linha central. Comece lentamente a girar a cabeça por cima do ombro esquerdo e, rotacione o tronco na direção da mão e braço esquerdos. Repita para o outro lado. Esse movimento alonga os músculos da região lombar e lateral do abdômen, deixa a coluna livre de tensões, proporciona uma boa postura.

3) Quadríceps: Sente-se com a perna direita flexionada. A parte lateral inferior da coxa toca o chão até o joelho. A perna esquerda também está flexionada e a sola do pé fica próxima à parte interna da coxa direita. Vá abaixando o tronco para trás em busca do chão e consequentementeestará sentindo o alongamento do músculo mais importante da pedalada. Nunca tire o joelho do chão.

4) Na sequência do alongamento anterior, Estique a perna direita e encoste a sola do pé esquerdo na parte interna da coxa direita. Vá abaixando o tronco sempre a partir dos quadris e procure a busca do pé direito, sentindo o alongamento confortável.

5) Como se estivesse empurrando uma parede, dobre uma das pernas e leve o pé à frente, enquanto a outra fica reta e atrás. Leve os quadris lentamente à frente, enquanto a parte baixa das costas fica reta.O calcanhar da perna esticada não deve sair do chão e os dedos apontam sempre para a frente. Devemos sentir o alongamento das "batatas" da perna. Você pode variar este alongamento numa escada, sustentando-se pela parte anterior de um dos pés.


alongamento 1 alongamento 2
alongamento 3 alongamento 4
ALONGAMENTO 4
alongamento 5

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

TREINO PARA O AUDAX


OLA PESSOAL , AGORA ESTA CERTO O AUDAX DE SANTA MARIA NÃO VAI TER MEDIA DE 25 KMH, ENTÃO DEI UMA LARGADA NOS TREINOS , MAS VEJA COMO VALE A PENA TREINAR SÉRIO, AI EMBAIXO ESTA MINHA EVOLUÇÃO DURANTE OS DIAS QUE DEU PARA ANDAR, REPARE COMO MINHA MÉDIA FOI MELHORANDO GRADATIVAMENTE.


DIA MEDIA DST TEMPO MXS MEU PESO OBS
2/8 26,3 26,81 01:01:03 59,6 73 Circuito , muito vento ,cinzento , frio, choveu de manha
3/8 25,9 37,33 01:26:21 56 72 lado de carazinho, frio e cansado, tentei nao passar 150 batimentos
4/8 25,1 45,85 01:49:38 56,1 71,5 mato castelhano, sem forçar vento contra na ida tentei nao passar 150 batimentos
10/8 27,16 27,14 0:59:54 58,8 73 circuito,dia normal parado 6 dias pela chuva , forcei um pouco
13/8 26,6 27,02 01:00:59 66 72 circuito,dia normal não forcei
14/8 26,4 44,37 01:40:51 67,4 71 Mato castelhano, sem forçar vento contra na ida batimentos acima de 150 muitas vezes + 180

sábado, 15 de agosto de 2009

DICAS DE TREINAMENTO



Para não esquecer
1) Um dia nunca deve ser igual ao outro. Treinar todo dia da mesma forma, não leva nenhum atleta ao pódium. Falando-se de Bike na Rua, se possível, varie seus caminhos;
2) Alongue-se sempre;
3) Tire um tempo diário para você e ganhe vários anos a mais;
4) O mais importante de um programa de treinamentos é a continuidade;
5) Pedalar somente nos finais de semana é quase tão ruim quanto nunca pedalar. Para sua saúde, pedale no mínimo 3 vezes por semana;
6) Respeite sua condicão física, ninguém tornou-se campeão mundial de um dia para o outro;7) Já que o tempo é curto, quando for treinar não enrole.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

TROCA DE PNEU, O BASICO






TROCA RÁPIDA DE PNEU Os macetes para substituir a câmara em tempo recorde
Texto: Marcos Adami - Fotos: Tico Uityama
O tempo é precioso em corridas de bicicleta. Disso todo mundo sabe. O que pouca gente sabe é como trocar um pneu - o mais rápido possível – e ainda continuar numa prova.
Diferentemente das provas de ciclismo, em que as equipes são responsáveis pela substituição da roda da bike, no mountain bike o próprio piloto deve fazer a substituição da câmara furada.
O piloto ituano Marcio Ravelli, 10 vezes campeão brasileiro de mountain bike é bastante experiente e rápido em trocas de câmara e é capaz de substituir uma câmara em meros 50 segundos.
No ciclismo, uma roda dianteira é trocada em 10 segundos, contando a desaceleração e a posterior aceleração.
Ravelli conta que em uma etapa da Copa do Mundo em Portugal, em 1996, estava entre os 30 quando teve um furo.
“Troquei e montei a câmara e voltei para a prova e terminei em 32º”, relembra. “Em 1993, no Iron Biker, estava na liderança, com bastante vantagem, quando tive um pneu furado. Fiz a troca rapidinho e ainda voltei como líder da prova”.
PASSO A PASSO
Leve uma câmara já semi-inflada e dobrada no bolso traseiro da camisa de ciclismo.
No caso de furo, pare imediatamente num local limpo e seguro.
Se o pneu furado for o traseiro, baixe as marchas para a menor catraca para facilitar a retirada da roda.
Abra a blocagem, solte o cabo do V-Brake e retire rapidamente a roda.
Com a ajuda da espátula, retire um lado do pneu, retire a câmara furada e guarde-a no bolso.
Encaixe o bico da câmara nova no local correto e a seguir instale a câmara semi-inflada dentro do pneu.
Com as mãos encaixe as bordas do pneu no aro..
Evite usar as espátulas.
Após o pneu estar todo encaixado no aro, engate a bomba de CO2 e acione o gatilho.
Com o pneu inflado, instale a roda na bike e encaixe o cabo do V-Brake.
Por fim verifique se a roda está girando livremente, guarde as ferramentas e pronto.