Ola Galera
A pouco estava teclando no Face com um amigo que mora em casca, estou querendo ir no domingo dar um giro de speed na região, e ele diz que a galera da região se inspira no que estamos fazendo por aqui.
Ai meu ego cresceu e resolvi publicar um ´pouco das estatísticas.
HORARIOS E SAIDAS PEDAL NA NOITE QUARTAS FEIRAS 19:30 HS SABADO TRILHAS 15:00H SAIDA PRAÇA DA MAE
Marcadores
AUDAX
(53)
CAPE EPIC
(18)
CAUSOS
(5)
CICLOTURISMO
(121)
Costa Verde e Mar
(2)
CURIOSIDADES
(56)
DICAS
(44)
EVENTOS
(22)
FOTOS
(27)
MANUTENÇÃO
(6)
NOTICIAS
(358)
PEDAL NA NOITE
(142)
Tour de France
(14)
TREINO
(10)
TRILHAS
(285)
VALE EUROPEU
(11)
VIDEOS DICAS
(20)
VIDEOS FORA DA CASA
(86)
Serra do Corvo Branco
Serra do Corvo Branco
sexta-feira, 30 de maio de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
DIA DO DESAFIO
Tentei reunir todas as fotos que meus amigos publicaram no Facebook, pedi licença a quase todos, que prontamente liberaram as fotos para postagem aqui no blog. Agradeço a Alexandre Loss, Anderson Borça, Duda Zanete, Fabio Eduardo Woitchunas, Fabricio Bettu, Fernando Campanholo, Fernando Martins Pedroso, Forcelini, e Vernei Marcio Gaiki.
Parabéns a todos que desafiaram o frio e se mexeram.
Para acessar todas as fotos clique aqui.
![]() |
Teve galera que fez esquenta antes . |
segunda-feira, 26 de maio de 2014
CAMPEÃO BRASILEIRO - PASSOFUNDENSE - RODRIGO NASCIMENTO.
Olá Galera
Tenho pensado há vários dias sobre esta matéria, como
faze-la?
Pensei vários jeitos, ou formas.
Pensei por exemplo em começar assim.
Rodrigo do Nascimento
– O Inhé
Natural de Passo Fundo nasceu em 23 de junho de 1985.
Reside atualmente em Ribeirão Preto.
Profissão Ciclista.
Especialidade, Passista.
Em 2009 foi Campeão Brasileiro na modalidade contra o
relógio em 2009, ele concedeu uma entrevista ao Pedal Na Noite, veja aqui.
Neste ano sagrou-se Campeão Brasileiro de Estrada.
Ou assim.
Rodrigo do Nascimento, o Inhé é uma pessoa muito simples, um
cara simpático, de fácil amizade e relacionamento. Tem muitos amigos em Passo
Fundo sua terra natal, aonde seguidamente retorna para descontrair e pedalar
com amigos.
Suas maiores conquistas, apesar de ser um "passista" e como
ele mesmo diz que um passista chega pouco ao pódio, e sim os velocistas.
·
(Passista: é capaz de manter um ritmo de competição por um período prolongado,
geralmente por várias horas, geralmente o passista que leva a equipe até o final em boa posição).
Campeão Mineiro em 2008 pela Sales,
Bronze no Brasileiro contra o relógio, campeão contra o relógio em Brasília,
campeão de meio fundo circuito e campeão mineiro contra o relógio.
Em 2009 correndo pela Avaí de Florianópolis Campeão Brasileiro contra o relógio,
e campeão do aberto de SC na mesma modalidade.
2010, ainda pela Avaí, decimo segundo na volta de
SP, sétimo na estrada e bronze contra o relógio nos jogos abertos de SC.
2011 campeão Catarinense de Resistência (o mesmo
que estrada), sexto no Brasileiro contra o relógio, campeão do Desafio da Serra
do Rio do Rastro, 12º no Giro de SP, vice-campeão de estrada no jogos abertos
de SC.
2012 campeão da Volta Ciclística de Pernambuco,
campeão contra o relógio do Caravagio Farroupilha, sexto no Brasileiro Contra o
Relógio, campeão Contra o Relógio e estrada nos Jogos Abertos de SC. (Este
feito, ganhar as duas provas nos Jogos Abertos só foi conseguido pelo Cassio
Paiva e Murilo Fischer, que correrão profissionalmente na Europa).
Em 2013 já em Ribeirão Preto ficou em quarto lugar na
clássica prova paulista primeiro de maio, campeão da prova contra relógio da
Ranfischer de Pomerode SC, também em quarto lugar na prova de Varginha, quarto
lugar na volta de Goiás, segunda na etapa Rainha e terceiro no contra o
relógio, bronze no Brasileiro contra o relógio, segundo nos 100 km de Brasília,
Campeão do rank Brasileiro de Equipes e terminou o ano em sexto lugar do Rank
Brasileiro Individual.
Ou assim.
Ao completar 28 anos o Passo Fundense campeão Brasileiro
contra o relógio de 2009, conquista em 2013 outro grande titulo CAMPEÃO
BRASILEIRO DE ESTRADA.
Dia 30 de junho, na cidade de São Carlos SP, num circuito
com piso misto em uma prova de 21 voltas, 180 km percorridos em quatro horas e
quarenta minutos com média de 40 km/h, concorrendo com 120 ciclistas de elite ele
chegou vinte segundos dois na frente do segundo lugar. Feito este já conquistado
por outro Passo Fundense, o também amigo Valcemar Justino. Veja o feito do
Valcemar aqui.
No dia 29 o Inhé correu a prova do Brasileiro contra o
relógio ficando em terceiro lugar, medalha de bronze.
Vamos ver como o Rodrigo Nascimento descreve com muita
emoção a prova.
“Ao iniciar o ano em nova equipe traçamos nossas metas com o
técnico, o foco era para o segundo trimestre, objetivo maior o Campeonato
Nacional.
Seguindo a risca a preparação comecei a ficar competitivo a
partir de abril, e assumindo em algumas corridas a liderança da equipe a partir
de maio onde obtive vários bons resultados.
Quando chegamos à volta de Goiás no inicio de junho é que
vimos que o sonho dourado poderia ser alcançado, pois tive três pódios e fiquei
em quarto geral na volta. Voltei para Ribeirão feliz e focado no
Brasileiro. Fiquei muito feliz em fazer
o terceiro lugar contra o relógio no Brasileiro, pois era o que eu tinha
priorizado.
Terminada a prova contra o relógio dia 29, fizemos uma
reunião para traçarmos uma estratégia para a prova de estrada do dia seguinte.
A nossa equipe estava muito boa eu e meu colega de equipe
Tiago Nardin estávamos com reais chances de vencer. Então a estratégia era
simples eu e o Tiago deveríamos ser privilegiados na primeira metade da prova e
neutralizarmos as fugas de outros atletas.
Este circuito é bem conhecido, já teve varias provas do Brasileiro
ali e todos sabem que é muito duro, nunca terminou mais de 50 atletas ali.
Então percorridos os 100 km a reação dos ciclistas já não
era a mesma, foi ai que eu e mais quatro atletas iniciamos uma fuga, sempre revezando.
Faltando oito voltas 23 atletas se juntaram a nós, ai o Alex Dinis atacou
solitário e abriu cerca de 3 minutos, faltando cinco voltas continuamos a
perseguir o ponteiro, faltando duas voltas e meia um atleta da Americana lançou
um ataque muito forte, aonde cheguei a perder a roda dele por uns alguns
metros, só conseguindo alcança-lo na parte mais plana, com isso ficamos em quatro
nesta fuga e a diferença para o líder caio para uns 45 segundos faltando uma
volta. Seguimos na perseguição e conseguimos neutralizar esta fuga a 5 km da chegada,
onde a corrida estava aberta e qualquer um poderia vencer.
E foi daquele jeito, a 20 km/h um marcando o outro e
tentando atacar o então Campeão Brasileiro Otavio Bugar ele é quem tinha mais
ação e atacava com frequência, foi ai que não pensei em mais nada, nem nos
gritos dos técnicos nem nos atletas que estavam nos alcançando novamente. Eu era o ultimo dos cincos e estava esperando
o momento para lançar um ataque, faltando 2 km para a meta onde o Otavio lançou
um novo ataque que foi neutralizado, nisso ele foi bem para o cantinho da
esquerda, todos foram junto com ele, eu fui bem para a direita da pista, fique
lado a lado com estes, dei duas pedaladas fortes e vi que eles não reagiram ao
meu ataque, ai parti nos 300 metros sprintando sem olhar para traz, como se
fosse um contra o relógio, segui o mais aero possível, vento forte soprando
contra numa subida leve, pensei, só vou olhar no retorno, retornando vi que
tinha tirado 100 metros dos demais, dai com o vento a favor pude curtir a
emoção da vitória neste ultimo km, depois de tanto sofrimento, enfim a
vitória.”
Amigo Rodrigo Nascimento, que no ano de 2014 e nos outros
que seguirão que eu tenha que quebrar a cabeça para narrar suas conquistas,
este é o desejo de amigos, atletas, ciclistas e do povo de Passo Fundo.
Sucesso para você.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
CARNABIKE 2014
Olá Galera
Com um "certo" atraso vamos contar o nosso tradicional quinto Carnabike.
Com um "certo" atraso vamos contar o nosso tradicional quinto Carnabike.
Carnabike = Grupo de amigos que
aproveitam o feriadão do carnaval para fazer um cicloturismo.
Tudo começou em 2010, quando
fomos em 13 amigos de Passo Fundo para participar do Vale Europeu,roteiro nos
vales de Santa Catarina, roteiro este já programado por prefeituras e grupos da
região. Estava plantada a semente.
Todos os anos fizemos no carnaval
viagens de bicicleta, carregando nos alforjes tudo que precisávamos para
vestir, dormir, manutenção da bicicleta e etc.
Este ano porém mudamos, pois
ficamos baseados em uma só cidade, Canela na serra gaúcha, dali nos três dias
da folia, pedalamos para regiões próximas, mas a tardinha estávamos de volta ao
hotel, assim desta forma era possível confraternizarmos com nossos familiares
que não pedalam.
Na sexta feira 28 fevereiro, cada
um foi indo em direção a Canela por estradas diferentes, teve gente que chegou
as 4 da manhã.
As oito horas de sábado estávamos
tomando café, depois a hora dos acertos, regulagens, nas bikes e em nós próprios.
Assim depois da foto com a
camiseta oficial do evento (com patrocínio, Afirmação Software, Gigante Bike,
Mangos Restaurante e Sar Serviço de Anestesia) em frente ao hotel, (Vila
Suzana), partimos para o primeiro dos três roteiros, perfeitamente e
meticulosamente preparados pelos amigos Cesar Oliveira e Miguel Quevedo.
Assim nosso primeiro ponto do dia
foi o Santuario de Caravaggio, tipo a nossa Santinha, lá encontramos um
cachorro que nos seguiu até a volta a Canela, mais de 40 km o cachorro correu
ao nosso lado, batizamos o bicho como chamamos carinhosamente um amigo e
companheiro do cicloturismo. Como este amigo não foi desta vez, o seu espirito
guerreiro, companheirismo e seu amor
pela bicicleta estava ali, na raça e simpatia do cachorro, foi uma homenagem ao
amigo que estava em nossa mente.
Depois atravessamos uma
propriedade particular, aonde o nosso companheiro entrou em uma luta com três
cachorros que defendiam seu território. Saindo inteiro da disputa ele continuou
aproveitando junto conosco as belezas da região. A região é linda com muitos altos e baixos, a
consciência do turismo na região faz a cada km encontrarmos lindos lugares,
igrejas, casas finamente decoradas.
Numa das piores subidas do dia, a
única zebra mecânica, sem saber definir o motivo, o cambio traseiro e gancheira
foram seriamente danificadas, mas a presença do Chico da Gigante Bike com seu
conhecimento resolveu a situação. Foi retirado o cambio e assim sem marcha a
bike e o seu piloto seguiram adiante.
Foto Miguel Quevedo |
O almoço foi no parque do
Caracol, lugar dos mais lindos da região. Abastecidos, inclusive o mascote
seguimos adiante.
Dois lugares de destaques que
fizemos também neste dia foi o Parque dos Paredões, com paredões de tirar o folego
e o Parque da Ferradura, em alusão a forma de ferradura feita pelo rio entre as
montanhas.
![]() |
Foto Miguel Quevedo |
Foto Cesar Oliveira |
O segundo dia texto do amigo
Fernando Campanholo, segue relato.
As 8 horas do dia 2 de março
de 2014, nos reunimos na saída do estacionamento da pousada para iniciarmos
nosso segundo dia do Carnabike Canela/RS, onde revisamos nossas “magrelas” e
saímos, sem a presença do nosso amigo Everton, que compareceu à paisana na
companhia de sua esposa.
Com um pouco de dor no coração
e remorso, deixamos nosso mascote de quatro patas, que carinhosamente
apelidamos de “Lóris” em homenagem a nosso amigo Cézar Lorenzini que
infelizmente não pode participar, trancado no galpão para evitar que saísse
conosco, pois a previsão era de rodarmos 62 km e, sabíamos que nosso bichinho
não iria aguentar.
Enfim, saímos de Canela, pegando
a Av. Dom Luiz Guanela até Gramado, onde chegamos na Av. das Hortências e
dobramos à esquerda, descendo pela Estrada para Vinte e Oito e Quilombo, onde
enfrentamos uma decida assustadora, já prevendo o quanto iríamos ter de subir
para voltar.
O caminho apresentou paisagens
exuberantes, repletas de Goiabeiras carregadas, onde nos deliciamos, alguns com
nojo do bicho da goiaba, hehehe. Mas com bicho ou sem bicho, as goiabas
auxiliaram nos próximos 10 km de decida muito cascalhada.
Mais adiante, próximo da Linha
Café, cruzamos uma pinguela bem estreita, para seguirmos em direção ao Templo
Budista, deixando para traz o local onde almoçaríamos, em virtude de estar
muito cedo.
Iniciamos então a longa subida
para o Templo Budista, onde ao passar por uma residência, cujos moradores
iniciavam um churrasco, ouvimos o desanimador comentário de quem nem havíamos
começado a subir, o que realmente mostrou-se verdadeiro, pois a rua calçada
logo terminaria, iniciando um subida íngreme e totalmente cascalhada.
Neste momento, este que vos
escreve e “quase toda a torcida do Flamengo” se viu obrigada a revezar entre
pedalar e carregar as bikes morro acima, pois pedalar era cada vez mais
complicado.
Com a fome batendo, devido ao
horário, nos deparamos com o fato do caminho mapeado ser inacessível, o que é
bem fácil de acontecer, uma vez que o caminho foi desenhado utilizando o Google
Earth, que não permitia uma visão legal da estrada. Mas superada essa
dificuldade, chegamos na RS-020, onde os ciclistas mais fortes nos aguardavam
em um restaurante, que nos serviu um almoço fora de série.
Almoçamos e seguimos para o
Templo Budista, onde pudemos repor as energias e apreciar sua arquitetura e
cultura, muito diferente e interessante. Fomos muito bem recebidos por uma
senhora de Passo Fundo, que nos deu várias explicações.
Iniciamos então uma longa
decida, onde saímos de 515 metros de altitude para chegar a 62 em uma distância
de menos de 2 km, em uma estrada com um calçamento muito irregular, que fez o
almoço revirar no estômago.
Paramos para recarregar as
energias e as caramanholas em um boteco em que o dono parecei a o própria Buda,
porém já estava quase dentro do litro.
A ideia era ir até o Castelo
da Cachaça Alambique Flor do Vale, mas a como a subida judiou bastante, além do
fato de ser muito tarde, acabamos abortando esta visita, então subimos cerca de
600 metros em 12 km, uma subida muito difícil, graças ao cascalho muito solto e
ao intenso movimento de veículos, que nos obrigavam a sair do trilho, além de
encobrir a estrada de poeira.
Enfim, pudemos retornar,
exausto mas muito felizes com o ótimo passeio bem sucedido e muito bem
organizado. Chegamos na pousada, deixamos as bikes no galpão e fomos nos
prepara para o próximo desafio: a janta.
Terceiro Dia
No ultimo dia de pedal sempre da
aquela sensação dúbia, a de ser o ultimo
dia, esta no fim, mas também da aquela que o corpo já cansado de um roteiro exigente. Mas
sabíamos que seria mais um grande dia, confesso que as subidas do segundo dia
se fazia sentir.
Após nossa rotina matutina,
partimos para Linha Bonita, aonde um almoço em uma cantina nos esperava, mais
uma vez vales, subidas e descidas de tirar o folego, a tal cantina além de
difícil de achar nos deu uma rasteira, pois com horário marcado para nós fomos
passados para traz pelo proprietário para acomodar uma excursão que estava
atrasada. Pelo menos a comida era boa. Assim aguardamos um bom tempo a excursão ir embora, após um bom almoço seguimos nosso
caminho, fotos em frente a casas antigas, e ... Subidas.
Enfim retornamos a Canela, na
chegada a chuva começou a se fazer presente, dava para ter chegado ao hotel sem
se molhar, mas resolvemos fazer a foto em frente a igreja.
Chegando no hotel um banho de
piscina na agua fria, e o resto do dia festa, janta, confraternizações.
Assinar:
Postagens (Atom)