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Ola Galera
Oi amigo e simpatizante do ciclismo, e também de nosso blog. Tu pudeste acompanhar a novela que foi o nosso ciclo turismo pelo Caminho dos Moinhos.
A principio queríamos ir dia 30 de Julho, porém o tempo não colaborou para esta data, muita chuva e frio nos fez desistir da empreitada. Durante a semana seguinte, vimos que o tempo que não tinha ajudado, agora iria nos propiciar um belo passeio, o frio foi logo embora, assim como a chuva. Os planos começaram.
É incrível, que um simples pedal pode despertar em mim um sabor de aventura, faltando dois dias, já começo a ter dificuldades em não colocar meu pensamento vagando em direção ao dia D, mesmo já sendo “rodado”, ainda fico pensando o que vou levar comer, vestir, até se vou com a minha bike ciclo turista. É muito legal, da uma corda na vida.
Perdemos alguns parceiros importantes, o mentor do passeio, Kiko Lieverson, Lorenzini (um dos mais entusiasmados), Ivan, Sola, entre outros.
A saída foi dentro do cronograma apresentado pelo Cesar e Miguel. A eles, meus parabéns, eles estavam muito preparados, esquema profi, auxiliados pela tecnologia, como Google Earth, GPS eles chegaram à perfeição. As 05h45min todos estávamos na Gare, seguimos eu e Guilherme num carro, Rudi e Rita em outro, Cesar e Miguel no terceiro. Sete e quinze saindo do Italian. após o café da manhã diz o Cesar “Xyko que hora eu disse que íamos sair do Italian?”
- Bom oito e quinze, após descarregar, montar e dar os últimos retoque nas bikes fizemos os ajustes em nós. Roupas, agua, fotos, partimos, o dia, e aventura estavam ali, estávamos na real, e prontos, partindo, saímos em direção a Itapuca.
A manhã estava perfeita, dia claro, temperatura amena e fomos felizes até os 4 km, pequena duvida e pegamos a direita, eu aproveitei a parada e peguei umas laranjas, o que se tornou desnecessário, pois durante todo o percurso a quantidade de laranjeiras foi algo que me impressionou.


As paisagens eram deslumbrantes lagos e montanhas de tirar o folego.
Logo estávamos no Moinho Castamam com 13, 6 km rodados, ali não tem nada, nem ninguém para dar uma pequena explanação da historia do moinho. Quase abandonados, sem vidro, sem pintura a historia vai perdendo-se.


Logo adiante avistamos umas bergamotas, raro por La no momento, pois as bergamoteiras já estavam limpas de suas frutas, porem achamos uma carregadinha, paramos e avistamos um Nono junto à propriedade. Solicitamos ao Nono.
- Nos: Podemos pegar umas frutas?
- Ele: Gruta?
Nos: Fruta?

O vovô com uma grande dificuldade de locomoção veio ate nos, e falou sobre uma gruta. Ficamos sabendo de um grande patrimônio da região.
Ficamos brincando o resto da viagem, tirando com o vovô, que ele teria entendido que perguntamos “Vão paras as p.u.t.a.s.?.
Chegando a Itapuca, decidimos e tratamos o almoço.
Após nos informamos sobre a Gruta, teríamos que aumentar a nossa rota em 6 km no total, mas valeu cada metro.

Uma bela estrutura para uma bela gruta.

De volta a Itapuca, fizemos um belo almoço, com muito salame, queijo, pão, cuca, pepino, cerveja e refri.
Após o Miguel ter descoberto que era uma pedrinha que travou meu cambio dianteiro partimos para o Moinho Vicenzi no km 25.

Depois de uma descida que desci boa parte arrastando o pneu traseiro, controlando a velocidade com o freio dianteiro,para não disparar morro a baixo, chegamos a um lugar muito lindo, com duas cachoeiras e um lindo prédio, também pouco conservado como o anterior. Quase abandonado.

Após as fotos, atravessamos um rio, ou lajeado?
Com uma pequena molhada no pé, avistamos uma ponte, o que teria evitado molharmos as meias. Mais fotos e fomos em frente.

A esta altura tínhamos percorrido menos do que esperávamos, vinte e poucos quilômetros, com quase cinco horas de pedal.

Com 38 km rodados chegamos a Anta Gorda, fomos ver o Moinho Dalle.

Nesta altura caiu a ficha, tínhamos que abortar o plano A, e com o coração rasgado,quase em tiras partimos para o plano B, tínhamos que ir direto a Arvorezinha, pelo asfalto sem mais paradas. Mas pneu furado, e o cansaço fizeram fazermos algumas curtas paradas. Tínhamos abortado a operação, mas já tinha valido a pena, o passeio foi fantástico, altamente recomendável.
Como o trecho de asfalto era longo, cada um foi num ritmo, chegou o Guilherme, após eu, Rudi e Rita. O César e Miguel entraram em Ilópolis para falar com a Secretaria de Turismo e cordenadora de uma revitalização deste patrimônio histórico.

A medida que chegamos fomos carregando as bikes e partimos de volta, esperando que uma nova idéia chegue logo, e que surjam parceiros para o passeio.
Tempo total de pedal 6:04 hs
media 12,4 km/h 75,7 km percorridos
Agradeço o Rudi e Rita que transportaram minha bike.
Até.
Fotos, para ver as fotos clique nos nomes abaixo.
Cesar,
Miguel,
Rudi ,
Pedal na noite.
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